segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Conta-me como foi...

Numa.manhã de 2ª feira de algures do mês de Outubro de 2010, o tempo ameaçava chuva sem ser a potes, mas tendencialmente assustava os carecas.
Nós respiramos a custo devido ao nevoeiro que teimosamente resistia aos ataques das pequenas gotículas poluídas na restolhada do parque.
Os nossos amigos com ar de quem haviam passado uma noite de lucidez, cá compareceram para mostrar as marcas que só a idade possibilita  leituras nas rugas cavadas pelos outonos já percorridos.
O intervalo das nossas fugas para o infinitamente provavel aproxima-se sem nos consultar se estamos prontos para o  receber ou até oferecer a outro que tenha uma visão diferente de  testemunhar o sentido dos
percursos . Mas o agora é tão ausente que não nos deixa espaço para recuperar aquilo que tão ardentemente desejamos com imaginação toldada pelas criaturas moribundas.
O astro real timidamente mostra-se aos mortais que teimam seguir com suas mesquinhices, as lamúrias que não respondem aos ideais que nunca tiveram.
Foi o que vi e senti nesta manhã triste, mas com a esperança de um novo dia.

2 comentários:

  1. O outono não nos deve desanimar.Depois da tempestade vem sempre a bonança. Há que nunca perder a Esperança.

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  2. A mensagem é bonita. Gostaria de comentá-a de comentá-la neste momento mas naõ sou capaz. O meu pensamento está longe daque. Vou aproveitar para aprender a enviar bem comentários e a escrever correctamente. Como desejo ainda nesta aula enviar um comentário para cada blogue não vou agora enviar um comentário para esta mensagem mas certamente que mais tarde o farei poi até acho a mensagem bonita. Bom dia

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