Está frio.Frio de rachar, de enrrugar, de mirrar as vestes, as mãos, as orelhas que estão descobertos da penugem civilacional.
Todos rodopiam nos tons de cinzento refletidos pelos polares chegados logo após os vinte e nove.
Os estranhos de segunda partida passam indiferentes dos lamentos dos que sem o estar já estiveram e foram felizes nos intervalos da mocidade.
Chegados ao intervalo da nossa existência devemos ver os sinais produzidos pelos deambulantes invisíveis que nos questionam sem nada dizerem, porque esses sem nada dizerem inspiram-nos para evitar o profundo fosso do percurso.
Está frio. Frio de rachar, logo vou ...
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Estas mensagens são muito profundas... emocionalmente intensas :)
ResponderEliminarÉ necessário alegrá-las!
Bom trabalho!