BOM DIA...Cheguei agorinha mesmo.
Acácio
Maisfrescuras
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Setenta e dois em alta....
Aos dez de Janeiro de qualquer ano chova ou faça sol, alguém se levanta para maltratar um corpo que não pediu para nascer neste país que se revolta, sem contudo fazer algo para mudar.
Setenta e dois em alta são os anos contados com a satisfação duma vida plena de boas amizades e da realização familiar e profissional.
Mais um ou quantos a natureza e ou o Maior permitir são os desejos dos teus amigos.
Um grande abraço
Setenta e dois em alta são os anos contados com a satisfação duma vida plena de boas amizades e da realização familiar e profissional.
Mais um ou quantos a natureza e ou o Maior permitir são os desejos dos teus amigos.
Um grande abraço
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
VINTE E NOVE E PICO......
Está frio.Frio de rachar, de enrrugar, de mirrar as vestes, as mãos, as orelhas que estão descobertos da penugem civilacional.
Todos rodopiam nos tons de cinzento refletidos pelos polares chegados logo após os vinte e nove.
Os estranhos de segunda partida passam indiferentes dos lamentos dos que sem o estar já estiveram e foram felizes nos intervalos da mocidade.
Chegados ao intervalo da nossa existência devemos ver os sinais produzidos pelos deambulantes invisíveis que nos questionam sem nada dizerem, porque esses sem nada dizerem inspiram-nos para evitar o profundo fosso do percurso.
Está frio. Frio de rachar, logo vou ...
.
Todos rodopiam nos tons de cinzento refletidos pelos polares chegados logo após os vinte e nove.
Os estranhos de segunda partida passam indiferentes dos lamentos dos que sem o estar já estiveram e foram felizes nos intervalos da mocidade.
Chegados ao intervalo da nossa existência devemos ver os sinais produzidos pelos deambulantes invisíveis que nos questionam sem nada dizerem, porque esses sem nada dizerem inspiram-nos para evitar o profundo fosso do percurso.
Está frio. Frio de rachar, logo vou ...
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Tell me how it was ... 2nd Monday of the month sometime in October 2010, the weather threatened rain without the pots, but tends to scare them bald. We breathe the cost due to the fog that stubbornly resisted the attacks of small droplets in polluted stubble park. Our friends with whom air had passed a night of clarity, here appeared to show the marks that only allows reading age wrinkles carved by autumns have driven. The range of our escape to the infinitely probable approaches without consulting us if we're ready to receive or to offer to others who have a different view of the meaning of witness pathways. But now it is missing so that leaves us no room to recover what we so ardently desire with imagination clouded by creatures dying. The real star shows up timidly to the mortals who insist on with their pettiness, the whining that do not respond to the ideals they never had. That's what I saw and felt sad this morning, but with the hope of a new day.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Conta-me como foi...
Numa.manhã de 2ª feira de algures do mês de Outubro de 2010, o tempo ameaçava chuva sem ser a potes, mas tendencialmente assustava os carecas.
Nós respiramos a custo devido ao nevoeiro que teimosamente resistia aos ataques das pequenas gotículas poluídas na restolhada do parque.
Os nossos amigos com ar de quem haviam passado uma noite de lucidez, cá compareceram para mostrar as marcas que só a idade possibilita leituras nas rugas cavadas pelos outonos já percorridos.
O intervalo das nossas fugas para o infinitamente provavel aproxima-se sem nos consultar se estamos prontos para o receber ou até oferecer a outro que tenha uma visão diferente de testemunhar o sentido dos
percursos . Mas o agora é tão ausente que não nos deixa espaço para recuperar aquilo que tão ardentemente desejamos com imaginação toldada pelas criaturas moribundas.
O astro real timidamente mostra-se aos mortais que teimam seguir com suas mesquinhices, as lamúrias que não respondem aos ideais que nunca tiveram.
Foi o que vi e senti nesta manhã triste, mas com a esperança de um novo dia.
Nós respiramos a custo devido ao nevoeiro que teimosamente resistia aos ataques das pequenas gotículas poluídas na restolhada do parque.
Os nossos amigos com ar de quem haviam passado uma noite de lucidez, cá compareceram para mostrar as marcas que só a idade possibilita leituras nas rugas cavadas pelos outonos já percorridos.
O intervalo das nossas fugas para o infinitamente provavel aproxima-se sem nos consultar se estamos prontos para o receber ou até oferecer a outro que tenha uma visão diferente de testemunhar o sentido dos
percursos . Mas o agora é tão ausente que não nos deixa espaço para recuperar aquilo que tão ardentemente desejamos com imaginação toldada pelas criaturas moribundas.
O astro real timidamente mostra-se aos mortais que teimam seguir com suas mesquinhices, as lamúrias que não respondem aos ideais que nunca tiveram.
Foi o que vi e senti nesta manhã triste, mas com a esperança de um novo dia.
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